Mostrar mensagens com a etiqueta banco de portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta banco de portugal. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Doidos por 12 mil milhões

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Banif - Será que um reforço de capital chega?




Cumprir rácios é o principal desafio do Banif.

Nova operação de recapitalização permite cumprir rácio exigido, este ano, pelo Banco de Portugal

O Banif está a preparar um reforço do seu capital. Já convocou uma assembleia geral extraordinária que deverá permitir a realização da operação de recapitalização, com vista ao cumprimento das exigências de rácio do Banco de Portugal para 2011. A fasquia dos 9% será superada. E os 10% em 2012?

O primeiro passo para tornar o banco mais resistente está dado. A reunião magna está agendada (14 de Outubro), e nela será votada, em primeiro lugar, a extinção do valor nominal das acções. Depois, os accionistas têm de dar o seu aval à recapitalização. O capital social vai passar de 570 para 750 milhões de euros.

Esta operação não obriga à emissão de novas acções. O banco ficará preparado para "proceder a operações de reforço" do seu capital, "por entradas em dinheiro". Contudo, alerta que tal "não significa" que o banco "vá proceder a qualquer operação de aumento de capital", explica o Banif.

O banco, que fechou o primeiro semestre com um rácio "core tier one" de 7,84%, pretende obter uma soma de 180 milhões de euros. Montante que, de acordo com os cálculos realizados pelo BPI, permitirá que a barreira de 9% de rácio de capital, exigido pelo Banco de Portugal este ano, seja superada.

O aumento do rácio "core tier one" permitirá mitigar alguns dos receios dos investidores, que se têm mostrado particularmente cautelosos relativamente ao sector financeiro. Em Lisboa, a banca tem sido fortemente castigada. O Banif acumula, desde o início deste ano, uma queda de 56%.







Fonte: Jornal de Negócios



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

MENSAGEM DA PRESIDENTE




Há 176 anos que o nome Carregosa está associado ao sector financeiro. As suas origens remontam a 1833, ano em que, na Rua das Flores, no Porto, foi criada a L.J. Carregosa, para negociar em divisas.

Ao longo do século XX, a Casa Carregosa cresceu, inovou e desenvolveu-se adaptando-se a um mundo moderno, cada vez mais sofisticado e exigente.

Foi dessa forma que, no final da segunda metade do século passado, a antiga Casa de Câmbios se transformou numa Corretora, primeiro, e numa Sociedade Financeira de Corretagem, depois.

Chegados ao século XXI, a Sociedade está preparada para dar mais um passo – o da sua transformação no Banco Carregosa.

Esta longevidade só foi possível graças à ambição e perseverança dos accionistas e gestores, à dedicação dos colaboradores e à fidelidade e confiança dos clientes, ao longo de sucessivas gerações.
A par desta permanente vontade de inovar, e de servir cada vez melhor, esteve sempre um compromisso de honra – o do respeito pelo património que os clientes colocam ao nosso cuidado. Só assim foi possível percorrer este caminho.

O momento que atravessamos é particularmente difícil para a economia, em geral, e para o sector financeiro, em particular. Há novas interrogações, situações inéditas e dilemas com que nunca tínhamos sido confrontados.

Mas o passado da Casa Carregosa dá-me segurança para acreditar no futuro. Acredito que vamos saber continuar a cuidar dos nossos Clientes, com a sabedoria, o respeito e a experiência adquiridas há várias gerações.

O aconselhamento profissional e altamente especializado é cada vez mais útil e necessário na protecção do património e na criação de valor.

O Banco Carregosa privilegia as relações duradouras, os desempenhos sustentados, as oportunidades de valorização fundamentadas e as escolhas coerentes.

Não nos dedicaremos à banca de retalho, nem nos centraremos numa rede física de distribuição. Não teremos objectivos de crescimento massificado ou de vendas em grande escala evitando, assim, conflitos de interesses.

Preservar a independência do Banco Carregosa para melhor servir o interesse e as necessidades individuais de cada cliente é, para nós, muito importante.
Foi o caminho que a Casa Carregosa seguiu desde 1833. E é o rumo que quer manter.
Sinto-me honrada com a confiança que Colegas e Clientes em mim depositam e desejo as boas vindas a todos os que agora se juntam a nós.

Porto, 8 de Maio de 2009
Maria Cândida Rocha e Silva
Presidente do Conselho de Administração







HISTÓRIA

1833 - Primeiros registos de actividade da empresa fundada por Lourenço Joaquim Carregosa, no Porto, para negociar divisas.
1846 - Data da fundação do Banco de Portugal.
1994 - Criação da L.J. Carregosa - Sociedade Corretora S.A..
2000 - Lançamento, pela L.J. Carregosa, do primeiro serviço de corretagem online em Portugal. Parceria tecnológica com o Saxo Bank (First WL International Partner).
2001 - Transformação da Sociedade Corretora em "Financeira de Corretagem".
2006 - Aumento do capital social e início do processo de transformação da sociedade financeira em banco.
2007 - Lançamento da marca de negociação online GoBulling, primeiro broker a praticar comissão de corretagem zero em todos os mercados Euronext. Em 2007, a GoBulling torna-se líder do mercado de futuros com uma quota de 36,5%.
2008 - Autorização do Banco de Portugal para o projecto de fusão e transformação da sociedade em Banco, dedicado exclusivamente à banca privada.
2009 - Apresentação oficial do Banco Carregosa em Maio, no Porto.
2009 - Entrada no capital social da Optimize Investments Partners, SGFIM, através da qual o Banco Carregosa aprimora a oferta de produtos de investimento.
2010 - Compra da Lisbon Brokers, sociedade vocacionada para os segmentos institucional e internacional na área da corretagem tradicional. O objectivo é a reconquista de uma posição de topo na intermediação financeira institucional.





Fonte: Banco Carregosa

Email: info@bancocarregosa.com